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Mineralogia



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O que são Rochas?

Compostas de agregados minerais, as rochas formam massas de notáveis dimensões. Constituem a camada mais externa de nosso planeta, ou seja, a crosta terrestre, ainda que algumas espécies também existam em porções da zona subjacente, o manto. Afloram com aspectos muito variados e, com freqüência, caracterizam a paisagem por causa de suas formas e cores, que variam de acordo com os minerais presentes. Originam-se por vagarosíssimos e contínuos processos de transformação da matéria. As rochas contêm os mais valiosos dados sobre a história da Terra.
Agregados de minerais
Antes de tudo, é preciso distinguir com clareza as rochas dos minerais que as formam. Os minerais têm uma estrutura homogênea e propriedades físico-químicas constantes. As rochas, por sua vez, não possuem uma composição unitária nem tampouco uma fórmula química definida.
Um determinado mineral pode caracterizar uma rocha, quer dizer, estar presente nela em grandes quantidades. Nesse caso, diz-se que é um componente essencial da rocha. Quando aparece em quantidades pequenas é denominado de acessório. Por último, quando nem sempre está presente ou quando sua porcentagem é mínima, é descrito como acidental. Chamamos os minerais de secundários quando se originaram posteriormente à formação dos outros constituintes.
Excepcionalmente, algumas rochas são formadas por um único mineral. São as chamadas monomineralógicas. Bons exemplos são o travertino e o alabastro-calcário (formados por calcita) e o alabastro formado por gipsita (gesso). Nesses casos são consideradas rochas e não minerais pela notável extensão de suas massas, que chegam a constituir montanhas inteiras.
Dos minerais presentes dependem o tamanho do grão (grosso, médio, fino ou finíssimo) e a cor da rocha. As tonalidades claras indicam a presença de sílica e alumínio, e a quase ausência de ferro. As de tonalidade escura contêm minerais ferromagnéticos e são pobres em sílica e alumínio.
Para reconhecer uma rocha é importante determinar sua textura e sua estrutura. A textura é composta pelo conjunto de forma, dimensões e disposição dos grãos minerais que a constituem. A estrutura é o conjunto de características observadas ao olho nu, na região do afloramento, ou através de amostra macroscópica, e pode ser massiva, estriada, xistóide etc.
Contudo, é necessário advertir que certas escolas petrográficas dão a esses termos significado contrário ao que se encontra exposto aqui.
Um ciclo contínuo
Nas camadas mais externas da Terra, ou seja, a crosta e o manto terrestres, ocorrem os principais processos de formação, transformação e destruição da matéria rochosa, que constituem o denominado “ciclo das rochas”.
Um exemplo pode ajudar a compreender melhor esses processos. Os agentes atmosféricos erodem as rochas e transportam os fragmentos para os vales. Ali, é provável que se acumulem, mas também podem ser enterrados em profundidades onde as altas pressões e temperaturas transformam sua composição química e estrutural. Além disso, as massas rochosas podem fundir-se e transformar-se em magma, que aflora mediante erupções vulcânicas.
Tendo em conta sua origem, estrutura, características químicas e mineralógicas, as rochas se dividem em três grandes grupos. As sedimentares, que são as que se originam na superfície terrestre a baixas temperaturas; as magmáticas, que se formam pelo esfriamento e solidificação do magma; e as metamórficas, que são produzidas por transformações estruturais e químicas de rochas de outros grupos. As rochas magmáticas e as rochas metamórficas constituem 95% das terras emersas e as rochas sedimentares, 5% do restante.
A petrografia
Trata-se da ciência que descreve e classifica as rochas de acordo com sua composição mineralógica e química, origem e relações entre os grãos minerais constituintes. É uma disciplina relativamente recente. Antes de 1850, os estudos científicos das rochas se limitavam à descrição macroscópica das amostras junto aos estudos de campo.
Em 1856, o inglês Sorby passou a fazer um estudo microscópico para a preparação das rochas, iniciando uma nova etapa na petrografia. Nas últimas décadas, os estudos petrográficos se desenvolveram bastante, graças ao aperfeiçoamento de técnicas de estudo ótico e de análise química.
De forma paralela, aprofundou-se o estudo dos mecanismos que originam as rochas, dando origem a um ramo específico da petrografia, a petrografia genética.
Compostas de agregados minerais, as rochas formam massas de notáveis dimensões. Constituem a camada mais externa de nosso planeta, ou seja, a crosta terrestre, ainda que algumas espécies também existam em porções da zona subjacente, o manto. Afloram com aspectos muito variados e, com freqüência, caracterizam a paisagem por causa de suas formas e cores, que variam de acordo com os minerais presentes. Originam-se por vagarosíssimos e contínuos processos de transformação da matéria. As rochas contêm os mais valiosos dados sobre a história da Terra.
Agregados de minerais
Antes de tudo, é preciso distinguir com clareza as rochas dos minerais que as formam. Os minerais têm uma estrutura homogênea e propriedades físico-químicas constantes. As rochas, por sua vez, não possuem uma composição unitária nem tampouco uma fórmula química definida.
Um determinado mineral pode caracterizar uma rocha, quer dizer, estar presente nela em grandes quantidades. Nesse caso, diz-se que é um componente essencial da rocha. Quando aparece em quantidades pequenas é denominado de acessório. Por último, quando nem sempre está presente ou quando sua porcentagem é mínima, é descrito como acidental. Chamamos os minerais de secundários quando se originaram posteriormente à formação dos outros constituintes.
Excepcionalmente, algumas rochas são formadas por um único mineral. São as chamadas monomineralógicas. Bons exemplos são o travertino e o alabastro-calcário (formados por calcita) e o alabastro formado por gipsita (gesso). Nesses casos são consideradas rochas e não minerais pela notável extensão de suas massas, que chegam a constituir montanhas inteiras.
Dos minerais presentes dependem o tamanho do grão (grosso, médio, fino ou finíssimo) e a cor da rocha. As tonalidades claras indicam a presença de sílica e alumínio, e a quase ausência de ferro. As de tonalidade escura contêm minerais ferromagnéticos e são pobres em sílica e alumínio.
Para reconhecer uma rocha é importante determinar sua textura e sua estrutura. A textura é composta pelo conjunto de forma, dimensões e disposição dos grãos minerais que a constituem. A estrutura é o conjunto de características observadas ao olho nu, na região do afloramento, ou através de amostra macroscópica, e pode ser massiva, estriada, xistóide etc.
Contudo, é necessário advertir que certas escolas petrográficas dão a esses termos significado contrário ao que se encontra exposto aqui.
Um ciclo contínuo
Nas camadas mais externas da Terra, ou seja, a crosta e o manto terrestres, ocorrem os principais processos de formação, transformação e destruição da matéria rochosa, que constituem o denominado “ciclo das rochas”.
Um exemplo pode ajudar a compreender melhor esses processos. Os agentes atmosféricos erodem as rochas e transportam os fragmentos para os vales. Ali, é provável que se acumulem, mas também podem ser enterrados em profundidades onde as altas pressões e temperaturas transformam sua composição química e estrutural. Além disso, as massas rochosas podem fundir-se e transformar-se em magma, que aflora mediante erupções vulcânicas.
Tendo em conta sua origem, estrutura, características químicas e mineralógicas, as rochas se dividem em três grandes grupos. As sedimentares, que são as que se originam na superfície terrestre a baixas temperaturas; as magmáticas, que se formam pelo esfriamento e solidificação do magma; e as metamórficas, que são produzidas por transformações estruturais e químicas de rochas de outros grupos. As rochas magmáticas e as rochas metamórficas constituem 95% das terras emersas e as rochas sedimentares, 5% do restante.
A petrografia
Trata-se da ciência que descreve e classifica as rochas de acordo com sua composição mineralógica e química, origem e relações entre os grãos minerais constituintes. É uma disciplina relativamente recente. Antes de 1850, os estudos científicos das rochas se limitavam à descrição macroscópica das amostras junto aos estudos de campo.
Em 1856, o inglês Sorby passou a fazer um estudo microscópico para a preparação das rochas, iniciando uma nova etapa na petrografia. Nas últimas décadas, os estudos petrográficos se desenvolveram bastante, graças ao aperfeiçoamento de técnicas de estudo ótico e de análise química.
De forma paralela, aprofundou-se o estudo dos mecanismos que originam as rochas, dando origem a um ramo específico da petrografia, a petrografia genética.


Painted Desert – Arizona
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